13º salário: benefícios fiscais de aplicar em previdência

17 de novembro de 2016 - Por

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*Post patrocinado pela Caixa Seguradora. 

As festas de fim de ano animam muita gente. E um dos maiores motivos de alegria nesse período dos preparativos é a entrada do 13º salário. Se você está empolgado com o depósito da primeira parcela da remuneração extra neste mês, que tal começar a pensar em um grande presente para você mesmo?

Não estamos falando de liquidações natalinas – que fazem seu 13º desaparecer da conta bancária sem deixar rastros. O maior presente que você pode se dar é investir na sua tranquilidade. A entrada da remuneração serve como motivação para que você tire do papel a ideia de cuidar melhor do seu futuro.

Esse é um bom momento para entender melhor, por exemplo, os benefícios fiscais de ter um plano de previdência privada. Vale destacar duas situações bem claras: uma grande vantagem da previdência privada é que o Imposto de Renda é descontado somente no momento do resgate ou do recebimento da renda. Sendo assim, durante o tempo de contribuição, os juros incidem sobre um montante maior – o que aumenta os seus rendimentos.

Além disso, quando você investe até 12% da sua renda bruta anual em um PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), o valor é abatido da base de cálculo do Imposto de Renda. Ou seja: você paga menos IR, uma vez que ele é calculado sobre uma base menor. É por isso que o PGBL é tão famoso: em função do famoso benefício fiscal. Vale lembrar que esse benefício vale apenas caso você também contribua com a previdência social e faça a declaração no modelo completo.

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Para que se tenha uma ideia de como esse benefício funciona na prática, vale a pena comparar o que acontece com a renda anual de duas pessoas – sendo uma contribuinte do PGBL e outra que não possui nenhum plano de previdência. Considere que as duas tenham renda anual de R$ 100 mil. Para facilitar o cálculo, não vamos levar em consideração aqui as despesas básicas, como saúde e educação. Consideremos que a contribuinte do PGBL faça um aporte anual de R$ 12 mil, enquanto a outra pessoa não faz contribuição alguma. Sendo assim, no caso do PGBL, o IR vai incidir somente sobre R$ 88 mil. No segundo caso, no entanto, a mordida incide sobre os R$ 100 mil. No final, que não tem o PGBL paga R$ 27.500 de IR, e quem tem paga R$ 24.200 – uma economia de R$ 3.300.

Viu como o benefício fiscal pode ser um presentão de fim de ano? Não se deixe levar pelo impulso de gastar toda a sua remuneração com as festas natalinas. Não há presente maior do que deixar o seu futuro bem cuidado!

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Fotos: Istock

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