6 tipos de bullying financeiro

13 de agosto de 2015 - Por

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Quando você escuta a palavra bullying, provavelmente vai imaginar aquele grupo da escola pegando no pé do menino magrinho e introvertido. E se hoje, felizmente, temos a postura de orientar nossas crianças a não praticarem bullying com os coleguinhas da turma, por que muitas vezes insistimos em adotar uma postura de bullies em relação ao comportamento financeiro dos outros?

A discussão foi proposta pela orientadora financeira Liz Weston, colunista do Daily Worth. Depois de fazer um exercício de autocrítica, ela listou alguns comportamentos que são comuns no dia a dia, praticados por pessoas que nos cercam ou por nós mesmas. Assim como em qualquer outra área de nossas vidas, a educação financeira também é construída através de erros e acertos. Um comportamento invasivo não trará benefícios a ninguém.

A opinadora 

Está sempre com algum tipo de “conselho” na ponta da língua, mesmo que ninguém tenha pedido. Seja qual for o tópico, a pessoa sempre tem um comentário que começa com “se eu fosse você…”. A questão é que esse tipo de conselho muitas vezes deixa de levar em consideração todo o contexto em questão. Opiniões vagas e superficiais podem atrapalhar mais do que ajudar.

A que está acima do bem e do mal

É a pessoa que parece sentir prazer em criar constrangimento. “Você perdeu o emprego?”, “Está endividada outra vez?”, e por ai vai. A forma de destacar os problemas alheios vem sempre com uma postura defensiva, como se quisesse posicionar-se como exemplo, livre de erros e defeitos. Por trás de toda essa postura arrogante, pode ter uma pessoa tão encrencada quanto você. Isso pode servir apenas como máscara para que ela sinta-se inatingível. Afaste-se de pessoas assim, o resultado dessas interações normalmente termina em desgaste.

O sabe tudo

Muito parecido com a pessoa do exemplo acima, o sabe tudo gosta de ter sempre na ponta da língua uma alternativa melhor que a sua para lidar com uma situação financeira. Não erra, está sempre coberto de razão e pode ficar agressivo se for contrariado. Como dissemos no início deste texto, aprendizado é construído com base em erros e acertos. Se estiver entediada com os sabidões de plantão, fuja para outra roda de conversa.

O adiantado

Está feliz porque conseguiu um desconto grande na negociação do seu apartamento? Ele vai cortar sua empolgação dizendo que fechou a compra do dele por um valor bem melhor. Está feliz porque quitou seu carro? Ele fará questão de dizer que já está terminando de pagar o segundo. Está com uma dívida enorme e tentando saber como renegocia-la? Até nisso ele quer te superar! Vai dizer que dívida grande mesmo é a dele e etc, etc…

A ultraconservadora

Sabemos que o uso do crédito sem planejamento pode gerar dívidas desnecessárias e complicar a vida de qualquer pessoa. Mas com consciência e objetivos bem definidos, o crédito pode ser bem utilizado e ajudar a realizar grandes conquistas. A chamada “boa dívida” é aquela que te ajuda a investir no futuro (conclusão de uma faculdade ou compra de um imóvel)e que é planejada de forma que você não fique inadimplente. Mesmo sem conhecer seu contexto, a ultraconservadora vai condenar qualquer tipo de endividamento que você tenha. Não adianta bater boca, vocês não vão chegar a um acordo.

O mesquinho

Não gasta nada consigo mesmo e também não consegue se conformar com os gastos alheios. Ele pechincha até a paçoca de R$ 0,25 no ônibus e quer que você conduza sua vida da mesma maneira. Se você comprou uma calça nova porque a sua estava rasgando, ele vai criticar dizendo que dava para remendar.

Seja qual for o seu tipo de bullie, faça como Liz Weston e repense suas atitudes com os outros. Em vez de ajudar, você pode estar sendo inconveniente.

Gifs: Giphy

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