A hora de aproveitar a previdência chega mais rápido do que parece

2 de fevereiro de 2017 - Por

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*Post patrocinado pela Caixa Seguradora

Poupar para a aposentadoria muitas vezes pode parecer distante, mas Vasti Vidal garante: “o tempo passou muito mais rápido do que achei que passaria”. A bancária, de 51 anos, há quase um ano vem resgatando o dinheiro do plano de previdência privada que iniciou em 1998.

Lá atrás, quando decidiu começar a guardar dinheiro para o futuro, seu principal objetivo era criar uma complementação de renda, que a permitisse manter o padrão de vida quando deixasse o trabalho. No ano passado, foi informada pelo banco que já poderia fazer o resgate do plano. “O interessante é que, como o investimento fica diluído no tempo, o impacto mensal no orçamento não é grande e, no final, você sente que não foi preciso tanto sacrifício para reunir o valor”, explica.

Meses depois de começar a receber, Vasti se desligou da empresa em que trabalhava por meio de um plano de demissão voluntária. O investimento na previdência, então, passou a ser ainda mais importante para manter a sua qualidade de vida. “Faz só um mês que estou usufruindo (sem trabalhar), então sinto que ainda estou de férias”, brinca ao falar dos seus planos. A ideia, entretanto, é direcionar o recurso para os projetos futuros: despesas mensais, viagens e cursos voltados a hobbies estão nos pensamentos.

Para quem pretende dar o passo inicial e adquirir um plano de previdência, seu conselho é que a pessoa comece entendendo as suas opções, fazendo as contas e descobrindo quanto conseguirá poupar por mês.

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Ao ver a proposta pela primeira vez, a bancária estudou o plano por uma semana, tirou todas as dúvidas e descobriu a quantia que encaixava no bolso e nos planos futuros. “Estabeleci um plano mensal que julgava ser factível para mim naquele momento. Com o tempo fui fazendo aportes maiores e sempre que recebia alguma renda extra, separava uma parte para essa reserva.”

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Em paralelo, a profissional manteve uma reserva de emergências, para que não precisasse contar com aquele dinheiro para resolver situações cotidianas, como o conserto de um carro. Com essa medida, e sabendo das desvantagens de retirar o valor antes do tempo, afirma nunca ter pensado em antecipar o momento do resgate. “É preciso estar consciente de que esse é um investimento de longo prazo”, defende.

Como forma de manter a disciplina, Vasti indica também que as pessoas passem a enxergar a contribuição mensal como qualquer outro compromisso financeiro. “Eu fiz de conta que era como um carnê ou financiamento que tinha que pagar. Coloquei o valor na minha lista de contas do mês, como uma despesa fixa. Deixei de contar com aquele dinheiro. E funcionou”, finaliza.

 

Fotos: acervo pessoal

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