Com ânimos mais frios, Bolsa descola dos EUA e tem leve queda

2 de setembro de 2020 - Por

Com ânimos mais frios, Bolsa descola dos EUA e tem leve queda

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Este texto faz parte da cobertura do Finanças Femininas para traduzir o que está acontecendo com o mercado financeiro durante a pandemia do coronavírus. Ajudamos você a se informar com uma linguagem simples, sem economês e sem pânico!

Ibovespa: -0,25% (101.911 pontos)

Dólar: -0,49% (R$ 5,35)

Casos de coronavírus: 3.952.790 confirmados e 122.681 mortes*

Resumo:

  • Euforia dá lugar a cautela e Bolsa fecha em leve queda;
  • EUA apresenta dados positivos sobre atividade econômica e índices de Nova York reagem bem;
  • Receita abre programa de renegociação de dívidas de até R$ 62.700;
  • golpes contra idosos cresceram 60% desde o início da pandemia, diz Febraban;
  • Banco Central lança nota de R$ 200, com lobo-guará, e internet reage.

Sinal amarelo na Bolsa: em vez na animação da véspera, o pregão desta quarta-feira (2) experimentou horas de cautela e encerrou o dia em leve queda.

Começamos este resumo falando sobre a terça-feira (1º) porque hoje foi dia do mercado financeiro deixar a euforia esfriar e olhar com mais cautela para a realidade.

Um dos motivos para tantos fogos foi a promessa de reforma administrativa, mas ela ainda não foi apresentada. Por isso, a queda de hoje também é vista pelos analistas como uma espécie de correção depois de uma alta tão forte.

O movimento desta quarta-feira foi diferente do que aconteceu nas bolsas de Nova York. Por lá, os índices repercutiram a divulgação de um indicador do Federal Reserve (Fed, o banco central estadunidense), que mostrou que atividade econômica melhorou “na maioria dos distritos”.

Inclusive, o cenário externo positivo até ajudou o Ibovespa, principal índice da B3, a começar o dia em alta. No entanto, o dia seguiu em queda – mais intensa no meio da tarde, mas suavizada ao final do pregão.

Com ânimos mais frios, Bolsa descola dos EUA e tem leve queda

Receita abre programa de renegociação de dívidas de até R$ 62.700

Pessoas físicas, microempresas e empresas de pequeno porte poderão negociar dívidas tributárias de até 60 salários mínimos (atualmente, R$ 62.700), com direito a descontos de até 50% e parcelamento. Pelo menos é o que está no edital publicado nesta quarta-feira pela Receita Federal.

Para tanto, os interessados deverão se inscrever entre os dias 16 de setembro e 29 de dezembro no site da Receita.

Dados do Fisco mostram que, hoje, existem aproximadamente 340 mil processos neste perfil.

Golpes contra idosos cresceram 60% desde o início da pandemia, diz Febraban

Estudo da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgado nesta quarta-feira mostrou que, desde o começo da pandemia do novo coronavírus, as tentativas de golpes financeiros contra idosos aumentaram 60%.

No levantamento, a Febraban descobriu que 70% das fraudes estão ligadas à tentativas de obter informações confidenciais, incluindo códigos e senhas, das vítimas.

“Os criminosos abusam da ingenuidade ou confiança do usuário para obter informações que podem ser usadas para que tenham acesso não autorizado a computadores ou informações bancárias”, disse Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da Febraban à Agência Brasil.

Banco Central lança nota de R$ 200, com lobo-guará, e internet reage

A nota de R$ 200 já está entre nós: o Banco Central lançou nesta tarde a cédula com imagem de um lobo-guará. A autoridade monetária encomendou à Casa da Moeda 450 milhões de cédulas do novo valor, que devem ficar prontas até dezembro.

Com a divulgação da gravura que estampa a nota, logo surgiram os memes e os termos “Nota de 200”, “lobo-guará” e “R$200” já passaram a ocupar os Trending Topics do Twitter, local que a rede social destaca os assuntos mais comentados naquele momento.

Não faltaram memes:

*Até o fechamento do texto. Fonte: levantamento feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde

Fotos: AdobeStock

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Ana Paula de Araujo
Ana Paula de Araujo
Repórter e produtora, produz o conteúdo multimídia do Finanças Femininas e é fã da Mulher Maravilha. Divide a vida de jornalista com a de musicista e tenta ajudar o máximo de pessoas nas duas profissões.
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