Confissões de empreendedora: como o #cortalogo pode ajudar

2 de maio de 2017 - Por

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*Post patrocinado por Atroveran

Empreender hoje é desejo de muitas mulheres. Quem não quer fazer só o que gosta, não ter chefe, conquistar autonomia sobre os seus horários e ainda conciliar a vida pessoal com o trabalho de uma forma mais harmônica?

Olhando assim, empreender parece ser a oitava maravilha do mundo. No entanto, o dia a dia não é bem assim. Ao sair do mercado corporativo e montar seu próprio negócio, você troca um chefe por vários: todos os clientes são seus chefes. É a eles que você tem que responder. Você tem controle sobre a sua rotina, mas o volume de trabalho parece triplicar.

E você faz sim o que gosta, mas junto disso precisa engolir mil sapos e se envolver no negócio todo: você precisa aprender a tocar o administrativo, o financeiro e controlar a operação. Eu brinco que no meu negócio, tenho que cantar, dançar, sapatear e ainda servir café.

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Por isso tem tanta gente que critica e ironiza o tal do “glamour empreendedor”. Quem olha de fora acha que é só alegria, e não consegue enxergar todos os momentos difíceis.

Digo por experiência própria: na vida de empreendedora, não são poucos os momentos de indecisão. Empreender pode ser algo muito solitário, e todo o peso e as responsabilidades do negócio ficam nas suas costas.

A campanha do #CortaLogo, da Atroveran, mostra muito as decisões pessoais que as mulheres precisam tomar em suas vidas. No entanto, ela também reflete muito bem as questões profissionais da mulher. Tem muitas decisões que são difíceis, mas a nossa intuição sempre sabe, mesmo que lá no fundo, qual é o caminho correto a ser tomado.

Meu pai sempre me disse: “é melhor ficar vermelho por cinco minutos, do que amarelo a vida inteira”. A vida passa rápido, e aprendi desde cedo que prefiro encarar situações desagradáveis e tomar decisões difíceis logo de cara, para poder andar para frente.

Por isso que o vídeo me tocou assim que o vi. “Para quê esperar? Você sabe que decisão tomar”. Ao ouvir isso, pensei em todas as escolhas que precisava fazer no meu negócio. As mudanças que quero implementar. Os fornecedores que preciso trocar. Por onde quero crescer.

A mensagem é: a gente sabe o que tem que ser feito. Não tem ninguém para pedir aprovação, basta ir lá e fazer. Se o medo e a insegurança ficarem dominando, não vamos crescer nunca. Melhor é tomar todas as decisões, por mais difíceis que elas possam parecer, e seguir adiante. Eu aprendi na marra que depois de tudo, a gente olha pra trás e percebe: não foi tão duro assim.

Fotos: Shutterstock

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Carol Sandler
Carol Sandler é fundadora do Finanças Femininas, a maior plataforma online do Brasil de empoderamento feminino através da educação financeira. Apresenta o quadro "Carol, cadê meu dindin" semanalmente no programa SuperPoderosas, da TV Band. Autora do livro "Detox das Compras (Saraiva, 2017) e coautora do livro “Finanças Femininas – Como organizar suas contas, aprender a investir e realizar seus sonhos” (Saraiva, 2015), junto com o economista Samy Dana. Estudou Jornalismo na PUC-SP e Economia e Relações Internacionais no Institut d’Études Politiques de la France, em Paris. Colunista do site da revista CLAUDIA e do portal Tempo de Mulher.

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