Consumismo: 5 sentimentos que podem te levar a comprar por impulso

18 de junho de 2020 - Por

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Todo mundo fica feliz ao comprar uma blusinha ou sapato. Contudo, esse bem estar momentâneo pode encobrir alguns sentimentos que voltam após a euforia da compra e te deixam presa em um círculo vicioso do consumismo.

A enxurrada de notícias sobre a pandemia da COVID-19, a preocupação com a crise financeira e o isolamento social estão mexendo com a rotina e as emoções de todos. Por isso, é natural buscar momentos de felicidade, mas é necessário ter cautela para não acabar cedendo às compras por impulso e gastar dinheiro que deveria ser poupado.

Para te ajudar a evitar esses gatilhos de consumismo, listamos alguns sentimentos comuns que podem te fazer comprar por impulso.

1- Comprar por tédio

Apesar da reabertura dos shoppings e dos comércios de rua, a quarentena continua e as saídas ainda estão restritas ao supermercado ou trabalho, no caso de alguns setores, portanto as atividades que nos tiram do tédio estão limitadas e é aí que mora o perigo. Você abre o feed da sua loja favorita e enche o carrinho de compras, mas só pra se distrair.

Nestes casos, a melhor opção é se distrair com outras atividades, como assistir alguma série, fazer uma chamada de vídeo com as amigas, aprender algo novo, se exercitar ou ler algum livro.

Você ainda pode sair do tédio e evitar comprar itens que você não precisa vendo os vídeos do nosso canal no Youtube e, de quebra, fazer uma revolução na sua vida financeira. Nada mal, vai? Corre lá para maratonar e compartilhar com as suas amigas que também querem aprender a cuidar do próprio dinheiro.

2- Compras online por tristeza

A miopia da tristeza é a responsável por levar as pessoas a preferirem a satisfação imediata em vez dos ganhos maiores no futuro que vêm com a espera. Por exemplo, gastar todo o dinheiro e não investir.

Por isso, quando estiver tristonha, antes de comprar por impulso, chame sua melhor amiga, prima, mãe ou o mozão para conversar um pouco. Se você fizer terapia, também pode relatar esses acontecimentos.

A Carol Sandler fez um vídeo especial falando como a tristeza pode te fazer gastar mais – e isso foi comprovado por um estudo. Assista o vídeo até o fim e compartilhe com as amigas.

3- Impulso consumista por fome

Um estudo divulgado na publicação oficial da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos em 2015 apontou que as pessoas têm mais impulsos consumistas quando estão com fome.

O estômago vazio estimula as compras por impulso de qualquer tipo de produto, seja roupas, comida calóricas, entre outros, indica um outro estudo da Universidade Cornell, em Ithaca, Nova York.

Portanto, em vez de gastar todo o seu dinheiro nas compras online quando estiver com fome, você pode ir para a cozinha e preparar uma comida saborosa.

4- Comprar por dor de cotovelo

Todo mundo já sentiu dor de cotovelo ao ver que a @ tem aquele look babado ou aquela maquiagem super inovadora que acabou de ser lançada. Mas não se preocupe que isso é absolutamente normal.

Antes de comprar porque viu alguém no Instagram usando, pare e se pergunte: esse item tem valor para mim? Quais são as minhas prioridades? Você usa seu dinheiro para as suas prioridades ou para deixar os outros felizes e satisfeitos?

Refletir sobre essas três perguntas te fará decidir se a compra vale ou não a pena e controlar o impulso. Fica a dica!

5- Consumismo para elevar a autoestima

Vários fatores podem te deixar com baixa autoestima, como não ser produtiva o suficiente, sentir as mudanças do corpo, ter a rotina alterada, entre outros. O problema é que quando a autoestima está abalada, muitas mulheres pensam: “Por que não comprar aquele produto de skin care? ou então “Eu poderia comprar uma maquiagem ou roupa nova para usar em casa?”

Vivemos tempos complicados, mas precisamos encarar o fato de que não podemos medir nossa produtividade ou vaidade com a mesma régua de antes. Não vamos ser do mesmo jeito que éramos, e está tudo bem.

Nestes momentos, para não ceder a tentação do consumismo, faça um exercício de pensar o que é importante para você e não o que dizem ser relevante. Deixa de lado as metas impossíveis para a quarentena, feche a aba do e-commerce e olha para si. Vai fazer bem para a sua cabeça e o seu bolso.

Fotos: Shutterstock

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Carol Nogueira
Carol Nogueira
Repórter do Finanças Femininas, fã de David Bowie e John Coltrane. Passa o tempo livre pesquisando textos da Sylvia Plath e assistindo séries na Netflix.
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