O segredo que os bancos não querem que você saiba sobre o seu cartão de crédito

O segredo que os bancos não querem que você saiba sobre o seu cartão de crédito

Não é novidade para ninguém que tomar crédito no Brasil pode ser uma brincadeira cara. E não nos referimos apenas a empréstimos pessoais: os cartões de crédito e cheque especial também entram nessa.

Também não é por acaso que cair em uma cilada dessas é fácil. Para usar o cheque especial, por exemplo, você não precisa assinar nada – basta gastar mais do que tem na conta e os juros já estarão rolando. Se você também não quiser pagar a fatura do cartão, sem problemas, pois poderá fazer o pagamento mínimo e postergar esse débito. Dá para conseguir um empréstimo até na tela do caixa eletrônico. As facilidades são tamanhas que muita gente usa sem pensar duas vezes e sem colocar na ponta do lápis o quanto isso sai caro.

Junte a isso aquela vontade louca de comprar tudo o que vemos pela frente e temos uma receita para um desastre financeiro inesquecível – afinal, o que era só um “vou passar o cartão de crédito e depois me preocupo com isso” pode acabar virando uma bola de neve de juros e taxas intermináveis.

O segredo dos bancos: juros do cartão de crédito

O que parecia um paraíso de dinheiro fácil pode acabar virando um pesadelo, pois é muito, muito fácil se enrolar em dívidas com um crédito tão facilitado. Os juros praticados pelas instituições financeiras continuam caros, mesmo com a queda da Selic, que está em 6,75% ao ano.

Para que se tenha uma ideia, a taxa de juros média cobrada nos cartões de crédito é de 327,9% ao ano, segundo últimos dados divulgados pelo Banco Central, referentes a janeiro. Esse abismo entre uma taxa e outra é chamado de spread bancário. Ele nada mais é do que a diferença entre os juros que a instituição oferece para seus investidores e o quanto ela cobra para o consumidor nas operações de crédito.

Os mesmos dados do Banco Central apontam que, se você pagar o valor mínimo da fatura do cartão de crédito, terá que arcar com juros de 241% ao ano. Já quem sequer pagou o valor mínimo terá que bancar uma taxa de 387,1% ao ano. Ou seja, ficar devendo no cartão de crédito é uma das piores coisas que pode acontecer com quem deseja ter uma vida financeira saudável.

Fugindo dos juros abusivos

A maior arma que você tem contra essa cilada é o controle. Apenas com rédeas curtas sobre seu dinheiro que você evitará gastar mais do que deve, além de se livrar daquele susto quando a fatura chega.

Isso é mais fácil para algumas pessoas, enquanto, para outras, o controle é um verdadeiro desafio. Independentemente de qual grupo você pertença, pode pensar em alternativas para não cair mais nessa, mas sem deixar de aproveitar os benefícios do cartão de crédito.

Uma ótima alternativa é o cartão pré-pago. Ele funciona como um celular pré-pago: você faz a recarga e só gasta o que tem, sem correr o risco de extrapolar no consumo e acabar endividada.

Sabendo disso, o Finanças Femininas acaba de lançar seu cartão pré-pago com bandeira MasterCard®, com programa de pontos, MasterCard® Surpreenda. Com ele, você poderá usar alguns serviços que dependem de cartão de crédito – como Spotify, Uber, 99 etc. –, acumular pontos e milhas, fazer compras pela internet de um jeito seguro e muito mais.

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Fotos: Fotolia e TENOR

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Ana Paula de Araujo

Ana Paula de Araujo

Repórter, produz o conteúdo multimídia do Finanças Femininas e é fã da Mulher Maravilha. Divide a vida de jornalista com a de musicista e tenta ajudar o máximo de pessoas nas duas profissões.
Fale comigo! :) anapaula@financasfemininas.com.br

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